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FAQs

Como é que o EPSO garante a igualdade de tratamento, a igualdade de oportunidades e a imparcialidade do júri?

Cada processo de seleção tem um júri próprio, responsável por selecionar os melhores candidatos em função das qualificações e competências definidas no aviso de concurso. Os júris são compostos por funcionários das instituições europeias e o EPSO assegura uma composição equilibrada em termos de género, cobertura linguística, representação do pessoal e da administração e dimensão da instituição. Cada júri tem um presidente, que dirige os trabalhos em colaboração com um ou vários vice-presidentes. Todas as atividades de avaliação estão sujeitas a regras de confidencialidade rigorosas.

O princípio da imparcialidade orienta todo o processo de seleção. Não pode haver um vínculo hierárquico direto nem laços familiares entre um membro do júri e um candidato. Qualquer conflito de interesses potencial deve ser declarado tanto pelos membros do júri como pelos candidatos, para que sejam tomadas as medidas adequadas.

O júri segue os critérios de admissibilidade, seleção e avaliação predefinidos que constam do anúncio de concurso de forma consistente e transparente. Os membros do júri recebem formação, orientação e supervisão e o seu trabalho é regularmente revisto, a fim de assegurar uma abordagem harmonizada da avaliação.

O EPSO realiza também controlos sistemáticos da qualidade e análises estatísticas para detetar e evitar eventuais enviesamentos.

Além disso, o EPSO assegura a igualdade de oportunidades através da análise das provas e dos métodos de pontuação, a fim de garantir a equidade para todos os candidatos e o alinhamento com as normas internacionais, incluindo a norma ISO relativa aos procedimentos de avaliação e a Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência. O EPSO procura igualmente assegurar o equilíbrio de género entre os candidatos e os candidatos aprovados.